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Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Subordem: Tyranni
Infraordem: Tyrannides
 Wetmore & Miller, 1926
Parvordem: Tyrannida
Família: Cotingidae
 Bonaparte, 1849
Subfamília: Phytotominae
 Swainson, 1837
Espécie: P. rutila

Nome Científico

Phytotoma rutila
Vieillot, 1818

Nome em Inglês

White-tipped Plantcutter


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Pouco Preocupante

Fotos Sons

Corta-ramos

O Corta-ramos é uma ave da ordem Passeriformes, da família Cotingidae.

Seu nome significa: do (grego) phuton = planta, ramos da planta; e de tomos, temnö = aquele que corta, corte, cortar; e do (latim) rutila = dourado, vermelho, castanho-avermelhado. ⇒ (Ave) avermelhada que corta plantas ou (ave) castanha que corta ramos. “Habia dentudo” de Azara (1802–1805) (Phytotoma).

Características

Mede cerca de 55 cm. Possui a íris vermelha, um bico curto, forte e serrilhado. O macho tem a fronte e toda a parte ventral vermelha; dorso cinza, com faixas pretas na parte de trás; asas pretas com duas faixas brancas largas. A fêmea e o jovem são completamente estriados de preto.

Alimentação

Alimenta-se de de brotos, folhas, frutos e sementes, dentre elas as sementes de molho(Schinus molle), e do fruto do Sarandi-vermelho (Phyllanthus sellowianus) e também forrageia no solo.

Reprodução

Constrói um ninho em forma de taça em árvores ou arbustos, a baixa altura, onde põe três ou quatro ovos verdes com manchas marrons.

Hábitos

Outros hábitos…

Subespécies

Existem 2 subespécies reconhecidas: (Subespécie brasileira esta marcada com asterisco. Obs: N: Norte, S: Sul, L: Leste; O: Oeste; C: Centro; NE: Nordeste; NO: Noroeste)

Phytotoma rutila angustirostris (d'Orbigny & Lafresnaye), 1837 - planalto de C & S na Bolívia (La Paz e Santa Cruz S de Tarija) e Argentina N (cerca de Pichanal, em N Salta).


*Phytotoma r. rutila (Viellot), 1818 - W Paraguai (E para perto de R Paraguai), N & E Argentina (S para Mendoza, La Pampa, Río Negro e Chubut CE), W Uruguai e S Brasil.

Distribuição Geográfica

Encontrado, no Brasil, no extremo sudoeste do Rio Grande do Sul (municípios de Uruguaiana, Quaraí e Barra do Quaraí), principalmente na vegetação conhecida localmente como matos de espinilho, grupamentos de pequenas árvores espinhentas.

Referências

* CALÍ, R., UNTERKOFLER, D., MARTÍNEZ, F e RAGGIO, J. Aves silvestres de Mendoza, Argentina, Buenos Aires: YPF, 2008.

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